Artigo
As bolsas Cruise 2019 da Dior são as melhores da marca até agora sob Maria Grazia Chiuri
Na Dior, a mudança do popular diretor artístico Raf Simons para Maria Grazia Chiuri, a (também bastante popular) co-diretora artística de Valentino, foi radical. Ninguém esperava que Raf se separasse após três anos aclamado pela crítica e, por causa disso, não houvesse aumento do interesse do consumidor e nenhuma expectativa de que uma mudança viesse. E cara, as coisas mudaram - Chiuri trouxe consigo uma versão de feminilidade muito diferente do futurismo ultrafeminino de Simons. Sua Dior é menos elegante e mais casual, e nessa casualidade, sem dúvida, mais reflexiva de quais mulheres realmente vivem com suas roupas em 2018. Houve momentos de turbulência estética ao fazer essa mudança, mas na recém-lançada coleção Cruise 2019, a Dior mais uma vez encontrou sua altitude.
No que diz respeito às bolsas, a coleção de passarela é relativamente escassa nos clássicos da Dior, embora obviamente não tenha um sortimento completo que chega às lojas. Em vez disso, Chiuri aproveitou a oportunidade para estimular o renascimento da Dior Saddle Bag, vista aqui tanto no logotipo quanto em formas fortemente embelezadas, bem como uma nova e simples bolsa leste-oeste e bolsa de sela (S minúscula). A execução deles é sólida e elegante, e é uma boa contrapartida para algumas das opções com mais logotipos da linha. Confira abaixo fotos dos bastidores dos acessórios da coleção, direto da Dior.
