Artigo
Gucci Green fez com que eu me apaixonasse novamente por Dionísio
Embora ainda não tenha passado uma década desde que Alessandro Michele foi nomeado diretor criativo da Gucci, o designer já causou impacto na moda e na Gucci para sempre, sendo pioneiro na inclusão de gênero e criando novos ícones da Maison ao longo do caminho. Os fãs esperaram ansiosamente, e não tão pacientemente, para ver o que a coleção outono 2015 da marca (a primeira sob a direção de Michele) tinha reservado, e a passarela não decepcionou.
A apresentação reinventaria a Gucci para sempre, possuindo uma mistura do glamour dos anos 70 com o luxo casual. Quanto às bolsas, um dos novos clássicos mais icônicos da Gucci foi apresentado nesta coleção, a Gucci Dionysus. Uma das maiores estreias da marca até hoje, o Gucci Dionysus é amado por muitos, reaparecendo temporada após temporada na inconfundível tela GG suprema da marca, couro e uma porção de versões inovadoras também.
Uma brincadeira com a herança da Gucci, revisitada e renovada, o Dionysus é caracterizada pelo seu destacado fecho com espora de cabeça de tigre, que é uma ode aos arquivos da Casa Gucci. O fecho da cabeça do tigre é um detalhe único que faz referência ao deus grego Dionísio, que na mitologia teria cruzado o rio Tigre em um tigre enviado a ele por Zeus.
Uma alça de corrente robusta finaliza a bolsa, permitindo ao usuário usá-la sem esforço, do ombro até a alça superior. A bolsa é apresentada mais uma vez nesta temporada em uma das cores mais cobiçadas da primavera – o verde, e nos faz apaixonar novamente por Dionísio. O cor deslumbrante da bolsa é compensado por ferragens estampadas com cristais verde-esmeralda e esta bolsa é nada menos que um destaque.
Compre via Gucci por US$ 2.690 na bolsa de ombro pequena ou US$ 1.450 na mini carteira com corrente.
